Sabem aquela sensação de que está faltando alguma coisa, que o dia está incompleto? Passei a manhã e o começo da tarde assim, procurando, inconscientemente, uma resposta. E ela chegou, na forma de um 'diagnóstico'. Estou vivendo uma - digamos ... - síndrome. A 'síndrome de abstinência' do prazer de estar frequentando o curso de História da UFRRJ, de ser obrigado a ler determinados autores, de estar convivendo com uma geração que tem muito a acrescentar à minha experiência.
Quando decidi enfrentar novamente um vestibular, ano passado (acho que posso chamar o exame do ENEM de vestibular), apenas imaginava que seria possível, sim, extrair prazeres desse 'desafio intelectual', que é como classifico esse retorno aos bancos escolares. Um desafio que também tem muito de físico, sou obrigado a reconhecer. Afinal, há um longo caminho entre a Pedra - onde decidi me estabelecer a partir da redefinição da minha vida profissional - e o campus da Rural, no quilômetro 47 da antiga Rio-São Paulo, em Seropédica.
Hoje, tenho certeza que está valendo a pena. A ansiedade pela volta à normalidade, às aulas, é a maior evidência. Um sentimento, aliás, que é compartilhado pela garotada que compõe a Turma 31 e que já forma um grupo invejável, pela integração, identificação e afinidade.
Vou confessar que também senti uma pequena saudade da Rural. Afinal,já me apeguei praticamente à tudo e a todos. Amanhã as aulas voltam com tudo!
ResponderExcluir