sábado, 31 de agosto de 2013

Entre greves e quentinhas

     Não tenho dúvidas que, no geral, a vida na Universidade Rural está ajustada e segue muito bem para nós, da turma 31 do curso de História, especialmente no campo acadêmico. Mas há  complicadores no caminho. Há alguns dias estamos convivendo com uma greve dos funcionários administrativos, que reivindicam pagamento de insalubridade e outras vantagens. Na sua luta, que é justa, incorporam, também, os terceirizados.
     Mas há diversas consequências, destaque para a mudança no serviço prestado pelo Restaurante Universitário. Sem poder oferecer refeições  não apenas aos que moram no campus, mas aos milhares de estudantes que não teriam uma opção econômica ao 'bandejão', a direção da UFRRJ contratou uma empresa para fornecer 'quentinhas'. O sabor - segundo os comensais mais habituais, o que não é o meu caso - é bom. Já a variedade ...
     Na quarta-feira, a ausência de funcionários nos atingiu diretamente. Convocados para um seminário obrigatório, de Educação e Sociedade, fomos surpreendidos com um fato prosaico, que deixou aturdidos os professores: não havia quem abrisse o auditório do Pavilhão de Aulas Teóricas, o PAT, onde seria realizado o encontro.
     A solução intermediária foi aguardar a liberação de uma das salas de aula, para a apresentação improvisada do seminário. No fim, salvaram-se todos, embora amontoados em um espaço normalmente usado pela metade dos que lá estavam.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Seminários e desafios

A História da Vida Privada, tornada pública, com Jéssica e Ana Carolina
 
  Uma semana de desafios para grande parte da turma 31 do curso de História da UFRRJ (e eu me incluo nesse grupo). Os seminários de História Medieval e de Sociologia praticamente monopolizaram a atenção, a preocupação, as horas livres e as noites de sono de quase todos. Medieval, em especial, pela presença muito forte da professora Renata Sancowsky, uma referência da Universidade, sem demérito algum para os demais docentes, todos de um nível de excelência incontestável.

O 'alentado' grupo do seminário de Sociologia: Sérgio, Caio, eu, Bruno, Jéssica e Ana Carolina

     Ontem, eu, Jéssica Angel e Ana Carolina, duas jovens de enorme talento, atravessamos quase mil anos de história da vida privada. Hoje, nós três nos juntamos a outros três jovens (Sérgio, Bruno e Caio), montamos uma espécie de 'supergrupo' e apresentamos à jovem professora Sabrina e à turma uma proposta de reflexão sobre três momentos de suicídio: o que acontece especialmente em países felizes; o de Getúlio Vargas; e o dos componentes da seita do 'pastor' Jim Jones, morticínio que atingiu 908 pessoas.
     Paralelamente, tive o prazer de acompanhar os seminários de outros grupos e refletir com eles. Confesso, mais uma vez, que essa retomada da vida acadêmica tem sido muito prazerosa e gratificante.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Alívio na sala 18

     Há uma evidente sensação de alívio no ar da sala 18 do Instituto de Ciências Humanas e Sociais da UFRRJ. O primeiro dia de apresentação de seminários de História Medieval foi muito bem aproveitados pelos dois grupos que deram a partida nessa fase do curso, uma das mais temidas.
     O resultado ficou acima das expectativas, animando os demais. A tensão refluiu. Todos viram que é possível, sim, agradar Renata Sancovsky, a ótima professora que vem deixando muita gente sem dormir direito, em função do volume de textos, complexidade dos temas e exigência.
     Meu grupo está programado para quarta-feira que vem. Eu, Jéssica Angel, Ana Carolina e Hugo Oliveira vamos falar de uma obra absolutamente interessante: a 'História da vida privada', coletânea que abraça as relações sociais no período de tempo que vai do Império Romano ao ano 1000.
     Torço para que nosso desempenho fique próximo do demonstrado por Tainara, Júlia, Cássia, Fábio, Jéfferson, Welton e Bárbara.
     PS: Tenho a sensação de ter esquecido algum nome ... Ou de ter misturado com as apresentações que se seguiram, na aula de Prática e Produção de Textos Científicos (PPTC, para os íntimos ...).

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Um bom final de 'Dia'

     Depois de duas palestras burocráticas, de interesse restrito, a tarde acabou bem - eu diria que muito bem! - para nossa turma. Mais uma ótima aula de Fábio Lopes, professor de Teoria e Metodologia da História, com base em texto de Antônio Paulo Benatti, da Unicamp e da Unioeste: "História, ciência, escritura e política".
     Durante cerca de uma hora e meia  - tempo que nos sobrou -, conseguimos discutir as raízes do historicismo no século XIX, escola criada pelo alemão Leopold von Ranke, baseada exclusivamente na verdade dos fatos, que ele considera determinante no processo de efetivação da história como uma ciência. Uma ciência nos padrões da época.
     São momentos como esse que -  na minha interpretação - justificam a vida acadêmica. O confronto de ideias, a discussão sobre escolas de pensamento, o desafio de ser confrontado com sensibilidades diferentes.
     Foi um bom fecho para o Dia do Historiador, lembrado por alguns dos meus jovens companheiros de turma.
     PS1: Embora entediantes, as palestras foram proferidas por dois excelentes e reconhecidos professores: Angela Castro Gomes e Paulo Fontes.
     PS2: Um dos meus jovens colegas das Turma 31, Felipe, não foi à Universidade hoje. Está com catapora. Essa garotada ...

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Essa garotada está mostrando seu valor ....

     É evidente que eu vou me sentir bem - muito bem!!! - se fechar esse primeiro semestre letivo com uma média razoável, como vem acontecendo até agora. Mas, definitivamente, isso não era e continua não sendo meu objetivo principal nesse cada vez mais prazeroso retorno aos bancos escolares. Minha meta é explorar ao máximo o convívio num campus como o da Rural e a oportunidade de vivenciar o desafio intelectual representado por um curso superior, especialmente o de História, pela sua abrangência.
     Não há a pressão do desempenho, da luta diária pela conquista de um 'CR' alto, requisito fundamental em um mundo saudavelmente competitivo , como o acadêmico. É o prazer de estudar pelo prazer do conhecimento, levado a sério, é claro.
     Não tenho dúvidas que esse novo momento nas suas vidas também é extremamente prazeroso para meus jovens colegas de classe, mas envolto por uma camada de pressões inerentes à idade e às expectativas imediatas. E isso me faz admirar ainda mais essa garotada que vem se desempenhando muito bem, e que me conquistou definitivamente.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

"Ao fim e ao cabo ..."

     Minha turma passou, hoje, pelo seu primeiro, grande e tenso teste: a prova de História Medieval. Há uma semana, praticamente, meus colegas da turma 31 viviam essa expectativa, especialmente em função do volume de textos exigido - 23!!!, segundo aqueles que conferiram o desafio que havia pela frente.
Nem mesmo a avaliação de Teoria e Metodologia da História - outra disciplina que mexe com o emocional dos meus jovens  companheiros desse curso de História da UFRRJ - havia provocado tantas dúvidas, incertezas e, de certo, noites mal-dormidas.
     Pela primeira vez, o tempo - duas horas - não foi suficiente para a maioria responder como gostaria às duas questões levantadas por Renata Sankovsky. Basicamente, o cristianismo no século IV e as características desse mesmo cristianismo no Império Bizantino.
     A prova de hoje sacrificou inexoravelmente a primeira aula do dia, de Introdução à Sociologia. A sala estava praticamente vazia e nossa doce Sabrina optou por voltar à discussão da aula anterior, sem avançar muito na debate do texto de Emile Durkheim, fundamental à disciplina.
     Acredito, entretanto, que, ao "fim e ao cabo", como gosta de repetir Fábio Lopes (professor de Teoria), o resultado seja de razoável para bom. Pelo menos Eduardo Douglas e Gabriel Lutz estavam bem satisfeitos (perdoem o esquecimento de algum nome). Há uma semana, apresentaram um seminário que versava, justamente,  sobre o tema da segunda questão.
     
     PS: Estou corrigindo uma injustiça (mais uma...): além de Eduardo e Gabriel, aprendi muito sobre Bizâncio com Camila Carvalho, que também participou do seminário.
   

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Em tese, a Teoria foi ótima ...

     Mais uma nota. Dessa vez, de Teoria e Metodologia da História. A turma - como eu previra - saiu-se muito bem, como um todo. Mas não posso deixar de ressaltar o desempenho de Jéssica Angel, Bruno Resende, Sérgio Bastos e Hugo de Oliveira, que se juntam a Tai, Camilas (Oliveira e Carvalho), Bárbara Santos e a Jefferson, destaques da primeira avaliação de Prática de Produção de Textos Científicos. A próxima nota deve ser de Sociologia. Uma incógnita, para mim, mas que está sendo precedida de boas perspectivas para a maioria.
     A maior expectativa de todos, no entanto, refere-se ao que vai acontecer quinta-feira, na prova de História Medieval. Não por falta de conhecimento da matéria. Ao contrário. A turma tem demonstrado que está bem em todas as disciplinas. Mas é impossível prever - sou obrigado a admitir - o que pode acontecer quando algo como duas dezenas de textos podem ser exigidos, ao mesmo tempo, em um par de questões.
     PS: Peço desculpas antecipadamente por eventuais falhas ou esquecimentos.

domingo, 11 de agosto de 2013

Saudades do 739 ...

     Para começar a semana, uma confissão: jamais pensei que sentiria saudades dos ônibus da linha 739, que liga Campo Grande a Seropédica e que deixei de usar no meu trajeto para a Universidade, para fugir dos inacreditáveis engarrafamentos do quilômetro 32 da antiga Rio-São Paulo. Pois lamentei profundamente não estar em um deles, no meio da semana que terminou ontem.
     Na minha busca por uma opção de percurso menos traumática, mudei meu trajeto diário para as aulas. Troquei o roteiro que me levava da Pedra a Campo Grande e Seropédica (e vice-versa) por outro mais longo, é verdade, mas normalmente mais rápido e indolor: Pedra, Santa Cruz, Itaguaí e Seropédica.
     Visto assim do alto (parodiando Paulinho da Viola), mais parece uma dupla maratona. Mas essa rota acaba reduzindo cada viagem em algo em torno de 40 minutos. Ida e volta, é uma economia nada desprezível de 80 minutos diários. Um incidente, no entanto, transformou o trecho entre a Rural e Itaguaí, normalmente vencido em 35 minutos, em um dos mais longos da minha vida.
     Estávamos, eu e Jéssica Angel, companheira de atribulações, iniciando nossa jornada da volta quando um grupo bem grande entrou no ônibus da linha 434. Logo percebemos que havia um componente estranho: um senhor de terno completo, algo inusitado naquelas bandas, naquele horário. Mal o veículo deixou o ponto, o tal senhor entoou um oração qualquer e começou, aos berros, uma pregação destinada a salvar a nós, pecadores.
     Sem levar em conta os pedidos calorosos para que calasse a boca e respeitasse os demais, o pregador passou a ameaçar com o castigo divino a quem ousava ponderar, sem tomar fôlego, ao longo de intermináveis 25 quilômetros. Já próximos do fim do sacrifício, ouvimos a ameaça final: não adianta trocar de ônibus, ou de horário, pois ele passa o dia fazendo os mais diversos percursos.
     - Eu vou encontrar vocês a qualquer momento", assegurou.
     No 739 ele jamais aparecera.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

O 'ib' de Lobianco

O julgamento de Lobianco

     Luiz Lobianco, nosso professor de História Antiga, é um personagem talvez inigualável. Já escrevi, há alguns dias, que ele produz uma torrente de informações que não se 'limitam' aos séculos de civilizações mesopotâmica, egípcia, grega e romana. Seu mundo não cabe em meros dez ou  doze séculos. Ao contrário, avança por todas as variáveis que vão surgindo minuto a minuto. Não tenho dúvida em afirmar que é um exemplo clássico da efervescência que deve presidir a vida acadêmica.
     Seu perfil muito particular é capaz de fazer seus ouvintes viajarem por diversos universos. Não tenham dúvida: ele é um espetáculo, em si mesmo. Alguém capaz, por exemplo, de nos surpreender com uma cena inigualável, como a de hoje. Atrasado para o início da aula - por razões absolutamente justas!!! -, ligou para Bárbara, nossa aluna-representante, e pediu que fôssemos para a sala de aula e começássemos a preparar um resumo sobre um dos textos, para debate. Marcou um horário. Não conseguiu cumprir.
     De repente, a porta da nossa sala - fechada, para preservar o alívio proporcionado por um aparelho de ar-condicionado - abre-se e surge Lobianco, irresistível, de joelhos, pedindo desculpas por chegar além do horário. Ainda ajoelhado, olha para o quadro de giz e fica emocionado ao ver que um grupo de alunos tinha esboçado seu julgamento, à moda egípcia.
     Condenado a não penetrar no mundo de Osíris (na balança, seu coração - o ib - pesara mais do que a pluma de avestruz), levanta e começa no mesmo momento a falar sobre deuses e mitologia.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Um momento 'ruralino'

Jéssica, Mizael e Ana Carolina: 'troca' de sorrisos
Bárbara, nossa 'representante' (esq.), Eduardo e Solange

     O dia foi especial, hoje, na Rural, marcado por uma iniciativa de sucesso absoluto: uma feira em que todos levavam e pegavam o que queriam, sem preocupações com o valor e a quantidade de objetos. A ideia foi desenvolvida, em particular, por dois alunos: Mateus,  o doce 'hippie' de Ciências Sociais (nosso vizinho de prédio), e Ana Carolina, que ilumina nossa turma, a 31, do curso de História.

À frente, Solange, Carolina, Mariana, Bárbara e Ana Carolina. Na fila de trás, Welton, eu, Jonhatan, Eduardo e Felipe 

Uma saudável 'disputa' por livros

     Espalhados no chão, sobre plásticos, em frente ao restaurante, centenas de objetos, os mais variados, destaque para os livros, muitos livros. Sérgio, por exemplo, conseguiu um exemplar de '1822', em perfeitas condições. Bruno, seu companheiro inseparável (ambos são vascaínos, como eu), fez questão de 'O Manifesto', tema recorrente em nossas aulas de sociologia.
     No entorno, uma farta distribuição de abraços. Bastava pedir. Megafone em punho, Mizael, um dos veteranos mais ativos do curso, anunciava as ofertas especiais.
     Algumas horas de confraternização e demonstrações de desprendimento, do sentimento que rapidamente foi absorvido por nós, o 'ruralismo', algo, de fato, contagiante.
Um dos grupos da turma 31, procurando novidades

Havia ofertas para todos os gostos

     Foi prazeroso poder ter tido a chance de participar desse momento.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Expectativa frustrada

     Ficou no ar um misto de decepção e ... alívio. Todos os que estavam na aula de hoje Teoria e Metodologia da História achavam que Fábio Lopes divulgaria as notas da última prova, que tem peso 6. Não foi dessa vez. Ficou para segunda que vem.
     Se, por um lado, adiou a improvável chateação de alguns, também evitou que a semana começasse bem para outros. Confesso que fiquei 'dividido'. Seria ótimo partir para a prova de Sociologia e para o teste de Medieval, ambos na quinta-feira, de moral alta. Mas um desempenho irregular certamente teria suas influências.
     Acredito, entretanto, que a média dessa turma 31 especial tenha sido boa. Nosso professor deixou a entender que estava satisfeito com o rendimento: "Algumas notas excelentes e outras não tão excelentes", adiantou.  E mais não disse.
     Entendi - e espero que esteja certo - que o "não tão excelente" eventual flerta com o bom. O que é ótimo.

sábado, 3 de agosto de 2013

O mundo é medieval

     Um sábado típico dos últimos dois meses: ler e tentar entender a proposta de um texto para debates na aula de Teoria e Metodologia da História, de Fábio Lopes; uma retocada no texto-base para o seminário de Prática de Produção de Textos Científicos, de Marli Pereira; e um mergulho nas primeiras das 400 páginas do primeiro volume da coleção História da vida privada, para outro seminário, este, de Medieval I, de renata Sankovsky.
     O domingo já tem dono: Sabrina, professora de Introdução à Sociologia, que marcou sua prova. Uma prova que vai englobar- só! - a matéria toda, dos textos iniciais de Marx (1818-1883) ao recentíssimo, sobre a vida nas cidades, sobre a pressão exercida pelo dinheiro no cotidiano das pessoas, do alemão Georg Simmel (1858-1918). E ainda não comecei a me debruçar sobre o pacotaço de textos para as aulas de Medieval da semana que começa amanhã.
     E essa nova alusão às aulas de História Medieval é uma evidência da realidade que a turma inteira vem destacando, em tom de brincadeira, nas conversas no pátio interno do Instituto de Ciências Humanas e Sociais: tudo leva a crer que não há outro mundo, além do Medievo.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

O bandejão, afinal ...

   
Leonardo, Luís Cláudio, Alisson e Emanuele: outro grupo que se destacou na apresentação de Medieval
     Finalmente, depois de dois meses, fui conhecer o Restaurante Universitário aqui da UFRRJ, o nosso 'bandejão'.  A última experiência que tive com bandejões aconteceu nos meus tempos de Jornal do Brasil. E, passados mais de 13 anos, confesso que não guardo boas recordações. 
     Aliás, para ser bem sincero, não sinto saudade alguma sequer do 'Brito's', que era como batizávamos informalmente o restaurante usado basicamente pelo pessoal da redação e diretores, tomando como referência o 'nome de guerra' do nosso patrão, o Dr. Nascimento Brito (todo dono de jornal é 'doutor'...).
     Eu e um fraterno amigo, o artista Bruno Liberati (ilustrador, chargista etc etc etc), almoçávamos quase diariamente em um restaurante a quilo, ali ao lado do Campo de São Cristóvão.  Era, também, uma maneira de sair um pouco da redação, dar uma espairecida.

Sara e Tai, uma dupla que valeu por duas ou três, na apresentação
     Voltando ao bandejão da Rural: foi uma experiência bem agradável. A comida, embora não muito variada, estava, até!, gostosa. Sem falar no custo-benefício: R$ 1,45. É verdade que havia um tempero extra, fundamental: o fato de eu estar dividindo aquele momento com uma multidão de jovens simpáticos, alegres, entre os quais Jéssica e Welton, que foram meus cicerones, e Solange, que estava algumas mesas depois da nossa.
          As fotos? Não têm a ver com o texto. Estou apenas tentando corrigir a omissão na postagem de ontem.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

No século IV, o Cristianismo ...

Eduardo, Gabriel, Solange e Thaís, os primeiros a enfrentar o 'desafio'

     A turma toda excedeu hoje, na apresentação oral de um trabalho sobre o Império Romano no século IV d.C e os Editos de Milão e Tessalônica, fundamentais, também, para o entendimento da Idade Média. Os vários grupos conseguiram o que parecia bem complicado: falar sobre os mesmos temas sem que caíssem apenas em repetições óbvias.

Caio, Bruno, Edcarlos e Sérgio: o quarteto mais 'movimentado' da turma
     
    É verdade que seria impossível fugir do ponto de inflexão: a consolidação do Cristianismo como a nova e mais vigorosa referência do nosso mundo. A sensibilidade dos alunos, no entanto, proporcionou o surgimento de abordagens diferenciadas, que valorizaram mais um ou outro detalhe. Foram vários quinze minutos de conceitos diferentes, personalizados.

Lucas, as duas Camilas e Jeferson: destaques em todas as disciplinas 


Fábio, Welton e Bárbara: afinidade diária

     E não posso deixar de destacar que houve um - digamos - 'complicador': a apresentação foi feita não para nossa ótima professora Renata Sancovsky - com a qual todos estão acostumados, mais envolvidos -, mas para um de seus mestrandos, especialista na temática religiosa.

Gabriel, Gustavo e Felipe: juntos no 739 e nos trabalhos

Thaís, Mariana, Carolina e Bárbara: o quarteto indissolúvel do canto esquerdo da sala 18

     Sem dúvida, foi mais uma tarde daquelas que me fazem estar orgulhoso de poder pertencer à comunidade dessa aplicadíssima Turma 31 do curso de História da UFRRJ.



Jéssica, eu e Ana Carolina: juntos em Medieval, PPTC, Teoria etc etc etc