Não é um concurso formal. Talvez não seja sequer percebido. Mas fica bem claro, para mim, a cada dia, que nossa turma está 'dividida' entre duas matérias. Na verdade, entre dois professores: Luís Lobianco, de História Antiga, e Renata Sankovsky, de Idade Média, cada um com seu estilo, forma.
Lobianco é absolutamente informal. Senta na mesa, faz seus lanches durante a aula, sai de sala com a roupa imunda de giz. Viaja não apenas pelo Egito e Mesopotâmia, mas por ciências e pensamentos totalmente distintos. Mais do que dar uma aula, realiza uma 'performance'.
Já as encontros com Renata remetem a um culto. Não há conversas paralelas, interrupções desnecessárias. Ela transborda conhecimento. Entra e sai de sala impecável.
São excelentes, não há dúvida. Assim como os demais professores (são cinco, nessa primeira fase).
Talvez em virtude da formação prévia, tenho me sentido mais envolvido com o processo de um terceiro professor, Fábio Lopes, de Teoria da História, um campo mais aberto ao debate, às interpretações. Um campo mais livre para troca de ideias.
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