Há um clima de expectativa rondando a sala 18 do Instituto de Ciências Humanas e Sociais da UFRRJ. Segunda-feira é dia de prova para a turma 31, de História. E uma prova com Fábio Lopes, sinônimo - pelo que sugerem suas aulas - de exigência. A disciplina - Teoria e Metodologia da História - até que é bem agradável e as discussões têm sido interessantes, abertas e envolventes.
Mas é justamente na sua abrangência teórica que reside o desafio maior. De Marc Bloch a Leandro Karmal - com incursões por Keith Jenkins e Antoine Prost -, muitas teses e descobertas foram desenvolvidas ao longo dos últimos dois meses. O 'ofício', as 'questões', o 'repensar' e as 'fontes' do historiador preencheram nossas últimas segundas-feiras, passeando pelas escolas metodista (positivista) e dos Annales; pelas críticas interna e externa; relatório ou pesquisa; ideologia ou ciência.
Na verdade, será nosso primeiro, grande e ... saudável desafio.
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