Passei com extrema facilidade pela segunda 'prova' nesse meu reencontro com a vida universitária. É verdade que não aconteceu exatamente o que minhas filhas e alguns de seus e meus amigos mais próximos previam. Pelo menos, ainda não.
Levando em conta o que elas classificam de minhas claras e manifestas restrições a determinados vultos ainda inexplicavelmentre cultuados nesse início de século 21, minhas filhas apostavam que eu não resistiria às primeiras camisetas com a estampa de Che Guevara. Pois foi pior, e eu saí incólume.
De repente, do meio de um grupo de jovens, surgiu uma coluna uniformizada com camisas exaltando ... Hugo Chávez. Lembrei, no mesmo momento, das provocações familiares e fui obrigado a sorrir. E não doeu.
Eu avisei que não contassem com esse fator como estímulo à minha desistência. É claro que estou preparado para ouvir discursos que vão me remeter diretamente aos anos 1960/1970. A identificação dos muito jovens e pouco experientes com determinados ícones é absolutamente natural. Esse processo faz parte do crescimento. E as universidades são o terreno mais aberto aos debates, incluindo ideológicos. Ainda bem.
Sorri, também, em determinados momentos da aula inaugural, pontilhada, aqui e ali, com mensagens político-partidárias.
Acho que o bolão não terá ganhadores.
O bolão não terá ganhadores? Não tenha tanta certeza, amigo.
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