O prédio da História (também...), visto da estrada.
A turma que mora por lá usa, mesmo, bicicletas. É uma possibilidade, futura. Talvez pendurar a esquecida bicicleta no carro e, afinal, voltara a usá-la.
O problema tem sido chegar à Universidade. O trecho da antiga Rio São Paulo nas proximidades das instalações da CEDAE está em condições lastimáveis. Buracos, ausência de calçadas e um trânsito infernal que mistura, num mesmo e exíguo espaço, ônibus, caminhões, vans, kombis, carroças, motos, bicicletas e pedestres.
São alguns bons quilômetros de um engarramento infernal, a qualquer hora do dia, com direito aos inevitáveis transgressores, que invadem todos os espaços, fecham passagens, cortam usando a pista contrária indevidamente.
Como a causa é justa, venho reagindo bem a esse contratempo. Mas só relaxo, mesmo, a partir de determinado ponto, quando o campus começa a tomar forma. Ainda não experimentei os ônibus. Mas tudo tem seu tempo certo.
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