quinta-feira, 6 de junho de 2013

Com que roupa ...

   
O prédio da História (também...), visto da estrada.

     Confesso que uma das minhas maiores preocupações, hoje, é saber o que vestir a partir de segunda-feira, quando começam, de fato, as aulas. O campus pede bermuda, camisas polo e calçados confortáveis, para facilitar o deslocamento (as distâncias são bem razoáveis) e esquadrinhar os belíssimos jardins, prédios e lagos.
     A turma que mora por lá usa, mesmo, bicicletas. É uma possibilidade, futura. Talvez pendurar a esquecida bicicleta no carro e, afinal, voltara a usá-la.
     O problema tem sido chegar à Universidade. O trecho da antiga Rio São Paulo nas proximidades das instalações da CEDAE está em condições lastimáveis. Buracos, ausência de calçadas e um trânsito infernal que mistura, num mesmo e exíguo espaço, ônibus, caminhões, vans, kombis, carroças, motos, bicicletas e pedestres.
     São alguns bons quilômetros de um engarramento infernal, a qualquer hora do dia, com direito aos inevitáveis transgressores, que invadem todos os espaços, fecham passagens, cortam usando a pista contrária indevidamente.
     Como a causa é justa, venho reagindo bem a esse contratempo. Mas só relaxo, mesmo, a partir de determinado ponto, quando o campus começa a tomar forma. Ainda não experimentei os ônibus. Mas tudo tem seu tempo certo.

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