Em grupo, enquanto as portas da sala não são abertas
Já tinha decidido esquecer esse assunto, mas os atos de vandalismo registrados em São Paulo e no Rio, mascarados como protestos contra o reajuste das tarifas de transporte público, fizeram com que eu repensasse. A baderna nas ruas e praças cariocas e paulistanas ainda pode ser creditada à simples presença de marginais e à deplorável manipulação executada pela militância político-partidária.
Quebrar vitrines e pichar monumentos históricos faz parte do processo de estupidificação dos componentes dessas gangues e que a Folha gentilmente classificou de 'ativistas'. Como se ativismo e vandalismo fossem sinônimos. Não são.
Eu estranhei, no primeiro dia efetivo de atividades letivas aqui na UFRRJ, que as salas estivessem fechadas, apesar de o horário das aulas estar bem próximo. Não fazia muito sentido, a princípio. Só quando cheguei mais perto entendi o motivo. Cartazes coladas nas portas alertavam que os alunos só poderiam ficar nas salas quando acompanhados pelos professores, para contornar o 'histórico' de roubos e depredações. Jamais imaginaria que isso fosse possível.
A explicação para as portas fechadas
Pelo olhar que venho lançando sobre a 'minha turma', no entanto, posso afiançar que o cartaz da sala 18 poderia ser retirado.
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