terça-feira, 25 de junho de 2013

Sobre histórias

     Tem sido interessante - e gratificante, confesso! - verificar como o jornalismo ainda é encantador, atraente, embora envolto por uma aura que não necessariamente corresponde à realidade de um mercado saturado e ameaçado pelo avanço irreversível do mundo virtual. Aos poucos, descobri que vários de meus jovens colegas da Turma 31 do Curso de História da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro têm esse sonho, certamente motivado pela vontade de protagonizar mudanças, exercer esse 'poder' que emana dos jornais, revistas e telejornais.
     Sempre que sou estimulado a falar alguma coisa sobre meus mais de 40 anos de jornalismo, 32 deles passados em grandes redações, lembro que História e Jornalismo são complementares. Acredito, mesmo, que um historiador tem tudo para ser um jornalista mais minucioso, investigativo, envolvido com os vários tempos que compõem o momento.
     Além do esperado e comprovado prazer do convívio e do desafio a que me propus, ao retornar aos bancos escolares, acrescentei mais um: falar de um exercício que me ajudou a respeitar os fatos e o contraditório, com a isenção possível e a emoção fundamental.

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