Não tenho dúvidas que, no geral, a vida na Universidade Rural está ajustada e segue muito bem para nós, da turma 31 do curso de História, especialmente no campo acadêmico. Mas há complicadores no caminho. Há alguns dias estamos convivendo com uma greve dos funcionários administrativos, que reivindicam pagamento de insalubridade e outras vantagens. Na sua luta, que é justa, incorporam, também, os terceirizados.
Mas há diversas consequências, destaque para a mudança no serviço prestado pelo Restaurante Universitário. Sem poder oferecer refeições não apenas aos que moram no campus, mas aos milhares de estudantes que não teriam uma opção econômica ao 'bandejão', a direção da UFRRJ contratou uma empresa para fornecer 'quentinhas'. O sabor - segundo os comensais mais habituais, o que não é o meu caso - é bom. Já a variedade ...
Na quarta-feira, a ausência de funcionários nos atingiu diretamente. Convocados para um seminário obrigatório, de Educação e Sociedade, fomos surpreendidos com um fato prosaico, que deixou aturdidos os professores: não havia quem abrisse o auditório do Pavilhão de Aulas Teóricas, o PAT, onde seria realizado o encontro.
A solução intermediária foi aguardar a liberação de uma das salas de aula, para a apresentação improvisada do seminário. No fim, salvaram-se todos, embora amontoados em um espaço normalmente usado pela metade dos que lá estavam.
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