Minha turma passou, hoje, pelo seu primeiro, grande e tenso teste: a prova de História Medieval. Há uma semana, praticamente, meus colegas da turma 31 viviam essa expectativa, especialmente em função do volume de textos exigido - 23!!!, segundo aqueles que conferiram o desafio que havia pela frente.
Nem mesmo a avaliação de Teoria e Metodologia da História - outra disciplina que mexe com o emocional dos meus jovens companheiros desse curso de História da UFRRJ - havia provocado tantas dúvidas, incertezas e, de certo, noites mal-dormidas.
Pela primeira vez, o tempo - duas horas - não foi suficiente para a maioria responder como gostaria às duas questões levantadas por Renata Sankovsky. Basicamente, o cristianismo no século IV e as características desse mesmo cristianismo no Império Bizantino.
A prova de hoje sacrificou inexoravelmente a primeira aula do dia, de Introdução à Sociologia. A sala estava praticamente vazia e nossa doce Sabrina optou por voltar à discussão da aula anterior, sem avançar muito na debate do texto de Emile Durkheim, fundamental à disciplina.
Acredito, entretanto, que, ao "fim e ao cabo", como gosta de repetir Fábio Lopes (professor de Teoria), o resultado seja de razoável para bom. Pelo menos Eduardo Douglas e Gabriel Lutz estavam bem satisfeitos (perdoem o esquecimento de algum nome). Há uma semana, apresentaram um seminário que versava, justamente, sobre o tema da segunda questão.
PS: Estou corrigindo uma injustiça (mais uma...): além de Eduardo e Gabriel, aprendi muito sobre Bizâncio com Camila Carvalho, que também participou do seminário.
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