terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Derretendo, a caminho do PAT(íbulo?)

     A cada caminhada até o PAT (Pavilhão de Aulas Teóricas) e ao IZ (Instituto de Zootecnia, que nos cede uma sala para a aula de Antiga II), sob um sol escaldante semelhante ao que fazia o Nordeste gemer de dor - como no velho samba-enredo -, mais aumenta a saudade que a turma 31 sente da sala 18 do nosso Instituto de Ciências Humanas e Sociais, o ICHS, onde passamos - eu e meus jovens novos amigos - o primeiro período.
     As distâncias na Rural são assim mesmo, enormes, convidando a longas caminhadas por um dos campus mais bonitos do país. Com esse verão alucinante, no entanto, o prazer de desfrutar o lugar vem sucumbindo rapidamente.
     Por algum motivo, até agora inexplicável, em todo o caminho que leva do ponto de ônibus situado na antiga Rio-São Paulo, exatamente em frente ao ICHS, ao PAT não há uma árvore sequer. Nem mesmo um arbusto. É inacreditável que alguém tenha projetado um prédio moderno e bem-equipado, como é o Pavilhão, e esquecido que ele foi plantado no meio do nada, exposto tanto ao sol inclemente quanto às chuvas e ventos.
     Como venho usando meu carro mais do que o bom-senso e meu 'bolso' recomendariam, não sofro tanto com o calor. Nas idas e vindas, quase sempre percorro os caminhos entre o PAT, os demais pavilhões e o ponto de ônibus com o carro lotado. socializando o ar-condicionado, quando consegue superar a temperatura ambiente. O enorme estacionamento do PAT também não tem sombra.
     Na nossa festa de 'amigo oculto', quinta-feira passada, todas as barras de chocolate sucumbiram. E o verão está só começando.

Nenhum comentário:

Postar um comentário