A sexta-feira 13 foi especial para a turma 31 do Curso de História da UFRRJ. Todos - exatamente, todos! - foram aprovados nas duas disciplinas que mais provocavam preocupação, pela intensidade dos textos e dos professores: Medieval, com Renata Sancovsky, uma das referências da Rural; e Teoria e Metodologia da História, com Fábio Lopes, uma das outras, certamente.
Para completar o dia, praticamente o último desse período letivo, a prova final de História Antiga, com o efervescente Luís Eduardo Lobianco, foi bem resolvida por todos, graças à ajuda muito bem-vinda de dois dos ótimos alunos - Eduardo Douglas e Bárbara Lima -, que doaram uma boa parte de seus conhecimentos para a turma toda, numa espécie de aula extra antes do início da 'provação'.
Para quem não ainda estava inteiramente seguro sobre alguns pontos das histórias de Israel e Egito, como eu, foi perfeito. Não por acaso, dois dos pontos mais bem ressaltados por Bárbara e Eduardo caíram na prova: o 'pacto abraânico', que definiu a aliança entre Deus e o povo hebreu; e a teofania, a representação do Senhor através dos fenômenos da natureza, como a 'nuvem espessa que cobriu o monte Sinai e o templo de Salomão'.
Ficou bem mais fácil, também, identificar os deuses que participavam de uma cena de psicostasia (cerimônia de pesagem do coração - o ib - de um morto) e entender o que cada um fazia, naquele momento.
'Ao fim e ao cabo', como diria Fábio Lopes, a turma escapou da voracidade dos nossos 'Ammits', os temíveis (professores ...) devoradores de notas e de férias.
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